domingo, 31 de julho de 2016

A decepção do eleitor com a política.



A decepção do eleitor com a política.


Concluído os números das manifestações ocorridas hoje no Brasil (Portal da Globo/G1), informado pelos próprios organizadores de "Fora Dilma" e "Fora Temer", foram às ruas apenas 0,17% dos eleitores brasileiros.

Não é muito difícil chegarmos à conclusão de que a sociedade brasileira está sofrendo de uma forte depressão com a descrença na forma de nossos políticos governarem o Brasil.

Estamos todos com um sentimento de que a política precisa de ar puro, precisa de pessoas novas, e estas pessoas novas serão os jovens. Parece que só eles poderão mudar esta situação com ética, decência e maturidade para construir um país melhor para nossos filhos e netos. É grande a responsabilidade deles.

Oremus!

Foto: Internet

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Todo Político Deveria Ter Curso Superior?

Todo Político Deveria Ter Curso Superior?

          Muito se tem discutido sobre a exigência ou não, de qualquer cidadão que pretenda ter um cargo político, de vereador a presidente da república, possuir um curso superior. Evidente, que num país de dimensões continentais, com diferenças culturais imensas e com diferenças de faixas de rendas abissais, o assunto se torna muito polêmico. Os defensores do “sim” e do “não” elencam, entre outras, as principais justificativas:

          Primeiramente, os defensores do “não” alegam que a maioria dos municípios brasileiros não possuem um curso superior. Para se ter uma ideia apenas 52% dos prefeitos brasileiros cursaram uma faculdade. Esse número se reduz para 26% entre os vereadores. Da população brasileira apenas 8% possui um curso superior. Por fim, os defensores do “não” defendem que não é necessariamente um diploma de curso superior que credencia um político para representar sua comunidade, cidade ou seu estado. Grande parcela dos eleitores acham mais importante a honestidade do candidato. Em contrapartida, os defensores do “sim” declaram que é impossível um representante do povo discutir gestão pública, leis, orçamentos, sem uma formação acadêmica superior.

          Entre o “sim” e o “não” eu proporia a criação de no mínimo, um curso obrigatório (Gestor Público) para todos nossos candidatos, com duração, mínima de 180 horas, a serem divididas nos seguintes módulos: (1) Direito Constitucional - 40 horas; (2) Direito Administrativo - 60 horas; (3) Orçamento e Finanças Públicas – Lei nº 4.320/64 - 60 horas; (4) Oratória – 10 horas e (5) Ética - 10 horas.

          Quero, e acredito piamente que, com essa formação poderemos ter uma significativa mudança no comportamento de nossos políticos. Primeiro, deixariam de propor e fazer promessas que contrariassem nossa Carta Magna. Segundo, saberiam se manifestar quando da discussão de matéria que envolvesse organização pública, atos administrativos, licitações, contratos e bens públicos. Terceiro, não mais seriam “vacas de presépio” quando da votação do orçamento. Quarto, para subir numa tribuna exige-se um mínimo de oratória. E, por fim, apresentar a esses cidadãos, Sócrates, Aristóteles, Platão, Spinoza, Kant, para conhecerem alguns atributos “um pouco fora de moda” tais como ética, moral e filosofia do direito.


segunda-feira, 18 de julho de 2016

O que “deveria” fazer um Prefeito?


O que “deveria” fazer um Prefeito?

Foi dado a largada para eleição de nosso novo prefeito. Não teve como não lembrar do meu saudoso amigo Dr. Evilásio Caon. Foi jornalista, advogado e político (Deputado Estadual por três legislaturas). Dr. Evilásio tinha um poder que é raro para muitas pessoas... O Poder da síntese e ainda com toda a simplicidade que permitisse o “caboclo” entender.

Numa das gostosas conversas em sua fazenda lá na Sorocaba de Fora, alinhavou uma prosa sobre o que deveria fazer um prefeito para agradar seus munícipes. Disse ele, com seu chimarrão à mão, que o alcaide que conseguisse recolher pontualmente o lixo, tapar rapidamente os buracos das vias, manter a transporte urbano no horário, cuidar com todo carinho dos postos de saúde e das escolas/creches, já estaria muito bom.

Agora, se o nosso alcaide quisesse mais tarde, ficar com um nome de rua, tipo os prefeitos Mauro Ramos, Osmar Cunha, Emílio Blum, Pereira Oliveira, Fúlvio Aducci, Heitor Blum, precisaria se “esforçar” um pouquinho mais.

Primeiro deveria “mandar” no IPUF. Segundo, ter habilidade política para permitir que nossos vereadores só mexessem no Plano Diretor para o bem do munícipe. Concordo que é uma tarefa praticamente impossível. Terceiro, que a Guarda Municipal ficasse mais conhecida em colaborar com nosso caótico trânsito do que em distribuir multas. E por fim, em quarto lugar, conseguir fazer umas “obrinhas novas”, ouvindo as comunidades de nossos bairros.


Portanto, modestamente, em princípio, não parece ser tão difícil ser Prefeito. Se não fosse a idade avançada... eu até arriscaria ganhar um nome de rua.

domingo, 10 de julho de 2016

A Torre de Babel Brasileira...

A Torre de Babel Brasileira...

A Torre de Babel é mencionada no Livro de Gênesis como um exemplo do homem querer chegar aos céus. Quando Deus desceu para dar uma espiada na tal obra teria dito...  
"Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que não entendam a linguagem um do outro”. Imagine tentarmos compreender as múltiplas linguagens da direita, esquerda, centro, centro-direita, centro-esquerda, extrema-direita e extrema-esquerda...

Hoje, quem acompanha as informações sobre o momento político, social e econômico brasileiro através das principais mídias, tais como Folha, Estadão, Globo, Veja, Twitter, Facebook, entre outros, deve pensar: Pois agora... “Quem está com a verdade?” – “Eles ou nós?” “Afinal de contas, em quem podemos confiar neste País?” “Sobrou quem no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário para depositarmos nossa confiança/esperança?”.

Hoje, fiquei realmente “demais” preocupado com algumas mensagens nestas mídias. Claro que já estava “muito” preocupado. No Facebook surge um novo ídolo... Alexandre Frota dando “segurança” à democracia.  Alguns querem fechar o STF. Aquele menino do Movimento Brasileiro Livre está vendendo caneca do juiz Moro por R$ 50,00 ou em 18 suaves parcelas de R$ 2,78. Continuam as delações atingindo os políticos e partidos de A à Z. Nosso “gênio” Eduardo Cunha “elegendo” seu sucessor através do WhatsApp. E o PT “mortinho” só espiando os movimentos neste enorme xadrez do “Salve-se quem puder da Lava-Jato”.

Para finalizar, a pergunta cruel... E, para nós pobres mortais, que temos que cumprir nossas jornadas de trabalho, pagar em dia nossos impostos, proteger nossas famílias... Vamos acreditar em quem?

Oremus!!!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O Uso de Faróis Acesos Durante o Dia.

O Uso de Faróis Acesos Durante o Dia.

Há muitos anos quando estive no Canadá, fiquei surpreso na chegada a Montreal, porque todos os veículos estavam com os faróis acesos. Depois soube que era uma determinação legal e que esta prática provocou uma significativa redução no número de acidentes entre veículos e também no número de atropelamentos.

Por isso, há muitos anos dirijo com os faróis acesos mesmo durante o dia, dentro ou fora da cidade. As estatísticas são impressionantes. Em países como o Canadá, Suécia, Finlândia, Noruega, entre outros, a adoção do uso de faróis acesos durante o dia reduziu entre 10 e 20% o número de acidentes, em especial com pedestres e ciclistas.

Está provado que esta prática também aumenta em mais de 64% a visibilidade dos veículos que estão com os faróis ativados, segundo pesquisas científicas realizadas por órgãos oficiais de renome internacional.

Um número importante dos acidentes de trânsito ocorre pela falta de visibilidade a longa e média distância dos veículos, portanto, o farol baixo ligado colaborará para aumentar a visibilidade do veículo.

Portanto, a partir de amanhã, vamos colaborar com a nova legislação (Lei nº 13.290/16) para minimizarmos o risco de acidentes automobilísticos e por consequência salvar muitas vidas.