quarta-feira, 28 de março de 2018

Anestesiou Geral...






Anestesiou Geral...

Através do Twitter, do Facebook e do WhatsApp, tenho recebido centenas de mensagens sobre o ex-presidente Lula, agora condenado em segunda Instância por 12 anos e um mês de prisão. Seu encarceramento deverá acontecer após o julgamento das petições em curso, embasadas na jurisprudência da Suprema Corte.

Independentemente, do mérito do conteúdo da sentença condenatória, que cabe exclusivamente aos seus defensores, reconhecidamente como “grandes causídicos”, estou deveras preocupado com o conteúdo dessas mensagens postadas por pessoas diametralmente opostas em suas convicções ideológicas, que se espalham pelas chamadas “redes sociais”, como um rastilho de pólvora, recheadas de muito ódio, inclusive postadas por muitos “velhos” e “novos” amigos, que parecem ter sido anestesiados, deixando-os fragilizados na sensibilidade da razão.

Estamos há praticamente seis meses de um pleito cercado de total incerteza política. Um país com 12,7 milhões de brasileiros sem emprego, com um déficit acumulado de mais de R$ 100 bilhões, com empresários extrapolados nos seus limites de uma carga tributária “desumana” que deve ser revista com urgência, com o Estado perdendo para o crime organizado por falta de controle do tráfico das drogas, níveis alarmantes de corrupção tanto no executivo como no legislativo (municipal, estadual e federal). Para piorar, temos agora um judiciário que passa ter ministros da suprema corte ameaçados de violência inaceitável. Vivemos o caos político, social, econômico...

Assistimos o drama inexplicável dos “uns contra os outros”, que na verdade são “brasileiros contra brasileiros”. Já vimos este filme em alguns países. O resultado normalmente é um filme sem um “final feliz”. 


Por isso, faço um apelo a todos, para que parem de reproduzir mensagens que provoquem a ira “uns dos outros”. Quando receber estas mensagens, faça um exercício de serenidade pensando nos seus filhos e/ou netos... delete-as. Vamos torcer juntos para que o Brasil se recupere dos “probleminhas” acima mencionados e tenhamos verdadeiramente um País para todos. Até porque somos reconhecidos mundialmente como um povo pacífico.

Muito obrigado.




domingo, 25 de março de 2018

Do ódio, um passo ao Preconceito e a Intolerância...






Preliminarmente, é bom esclarecer, que o ódio, o preconceito e a intolerância, é hoje um fenômeno global. Portanto, o que ocorre com a sociedade brasileira é apenas uma “repercussão” ou um “replicar” do que ocorre lá fora no mundo “civilizado”.


Faz muito tempo, que uma frase de efeito me instigou a uma reflexão mais profunda sobre o tema. Era, em síntese... “Diante do ódio e da intolerância, o silêncio não é neutro”. Ou seja, a incapacidade de colocar-se no lugar do outro e entender que ele ou ela merece a mesma dignidade que sonhamos pra nós mesmos esteve sempre presente. A diferença é que não era distribuída pela internet, conectada pelas redes sociais.


Hoje, estamos há seis meses de um pleito para escolher o novo Presidente da República, que irá assumir um Brasil, dono de um passivo econômico-financeiro e social nunca d’antes imaginável, independentemente, se o vencedor será “dono” de uma bandeira verde, amarela, azul ou vermelha.


Qualquer que seja o resultado, após um pleito “civilizado” ou “incivilizado” teremos um “presidente-político” com uma enorme responsabilidade de gerir, administrar, um país com 13 milhões de desempregados, um país dividido politicamente, e pior... com um orçamento deficitário na casa de R$ 157 bilhões. Pergunto... Quem vai pagar essa conta?

Nisso estamos falando apenas das questões econômico-financeiras. Mas existem questões de ordem políticas e/ou filosóficas para serem resolvidas.

Estamos vendo manifestações prevendo um Brasil que vai da “extrema-esquerda comunista” a uma “extrema-direita pró intervenção militar”. Não vejo o pessoal do centro (maioria) se manifestando. Ou seja, de que lado estará o povo em 7 de outubro?. Da “esquerda” ou da “direita”?


Resumo da ópera, quem vai desarmar os espíritos da intolerância e do ódio da sociedade brasileira? É imprescindível que apareça alguém com estes predicados. Caso contrário... Estaremos à beira de uma guerra civil. Infelizmente. Oremus!










Ao mesmo tempo, muito chorume circulou nas eleições norte-americanas, principalmente aquele incitado por seguidores do presidente e seus discursos. E a campanha de sua adversária, se não destilou preconceito e ódio na mesma monta,... - Veja mais em https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2017/08/13/diante-do-odio-e-da-intolerancia-o-silencio-nao-e-neutro/?cmpid=copiaecola




quinta-feira, 15 de março de 2018

CBN x Claudinei x Meira x Avaí FC.












CBN x Claudinei x Meira x Avaí FC.


 Algumas pessoas acreditam que futebol é questão de vida ou morte. Fico muito decepcionado com essa atitude. Eu posso assegurar que futebol é muito, muito mais importante”.

A maioria dos amantes do futebol diria com certeza que esta frase é de um brasileiro "doente" pelo futebol. Errado. A frase é de um treinador, amante do futebol, nascido na Escócia que fez grande sucesso treinando Liverpool por quinze temporadas – Bill Shankly.

Hoje, posso dizer que sou um aposentado do futebol. Isso não quer dizer que não continue sendo um apaixonado pelo esporte Bretão. Em especial pelo Avaí F.C., onde fui torcedor, pulador de muro na Arena Adolpho Konder, Conselheiro, Presidente do Conselho Deliberativo por seis anos e Presidente do Clube.

Vivi esse período entre 1996 a 2002. Minha relação com os “alegres rapazes da imprensa” bem como com a direção de todos os veículos de jornal, rádio e televisão sempre foi muito amistosa. Os meninos jamais precisaram bater na porta de nossas salas para entrarem e fazerem “as entrevistas”. Tinham acesso “free”. Isso não quer dizer que a relação imprensa x jogadores x torcedores também eram amistosas. Vez por outra aparecia uma “encrenca” para a gente resolver. Raramente havia necessidade de chegar ao “alto clero”.

Esse episódio envolvendo o Meira e o Claudinei não inaugurou uma era de conflitos gerados no dia a dia pelos que  respiram e convivem o futebol brasileiro, latino, europeu e asiático.  Estamos tratando de relações entre “pessoas”, jornalistas, jogadores, treinadores, dirigentes, ... E, com certeza, virão outros conflitos.

A solução para os conflitos não existe. Mas podemos procurar minimizar, mitigar, abrandar... esses burburinhos, através de umas boas conversas de “pé de ouvido”, com um pedido sincero pedido de desculpas da emissora ao técnico Claudinei e aos torcedores, que são os verdadeiros representantes da instituição Avaí F.C. O resto... continua valendo a frase do Bill Shankly.

Um abraço a todos.

Lourival Amorim
Ex-Presidente do Avaí F.C.

domingo, 4 de março de 2018

Acho que estou “comprando uma briga”...





Acho que estou “comprando uma briga”...




Nessa última semana, após o Neymar apresentar uma fratura no 5º metatarso do pé direito se tornou mais uma vez um cara polêmico. Somente, repito, somente pelo fato dele ser uma das maiores personalidades do mundo futebolístico, toda a mídia esportiva e da fofoca, tem dedicado diariamente, hora a hora, milhares de notícias sobre o 5º metatarso do craque.
Com certeza, quem está faturando com toda essa avalanche de notícias não é o Neymar. Quem fatura são os jornais, televisões, rádios, blogs, plataformas web, etc.
Neymar, é apenas um menino de 26 anos, nascido no interior, que após passar pelo Santos, Seleção Brasileira, Barcelona e Paris Saint-Germain, numa carreira meteórica (menos de dez anos) se tornou a transferência mais cara da história mundial (222 milhões de Euros). Atualmente é rosto de outras 10 empresas, sendo elas: Nike, Gillete, Red Bull, Beats, Gaga Milano, Replay, Listerine, Hellar, NN Consultoria e Instituto Neymar Jr.

Além disso, recebeu dezenas de prêmios no Brasil e no exterior. Hoje, também tornou-se embaixador da ONG Handicap International onde aproveitou para combater o racismo. Essa ONG cuida de deficientes e trabalha com pessoas em situações de pobreza e exclusão, conflitos e desastres. Putz... quase esqueci: ele namora a Bruna Marquezine.

Por isso não entendo essa explosão de ofensas a esse “menino” que injustamente paga caro por ser uma personalidade mundial e com muito dinheiro.

Vida longa ao Neymar e aos seus detratores.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

“O Princípio da Incerteza”






“O Princípio da Incerteza”

Dias atrás, dediquei quase duas horas para uma palestra sobre uma relação entre a Física Quântica e a Espiritualidade. Confesso, que foi uma excelente fonte de conhecimento e luz sobre as teorias que tratam do espírito/consciência, defendidas inclusive por grandes físicos internacionais.

Evidente, que estamos debruçados sobre uma matéria extremamente polêmica,
pois versa sobre o debate entre dois centros distintos, sendo um formado pelos que protegem a veracidade da influência quântica no plano espiritual, e outro que nega totalmente o uso da mecânica quântica como modo de explicar/ilustrar a espiritualidade.

Para os defensores da existência de uma relação entre a Física Quântica e o Espirito, a força do pensamento humano poderia exercer um grande poder sobre a realidade individual de cada indivíduo, sendo ela, com as corretas indicações, capaz de alterar o mundo ao seu redor. Ou seja, eles defendem com segurança, mesmo através de teorias, a relação entre a consciência humana e o poder do pensamento como “construtor” da realidade.
Resumindo, em uma apertada síntese, a mente humana teria uma capacidade profunda de influenciar na disposição das micropartículas atômicas ao redor das pessoas, do modo como elas se comportam e como elas constroem a realidade de cada indivíduo. Para os estudiosos que acreditam nesta ideia, as intenções das pessoas influenciariam a construção da realidade.

Finalizando, qual a relação entre todas essas teorias e o “Princípio da Incerteza”? É simples. Este princípio é utilizado para justificar/explicar que mesmo na física/mecânica quântica há um limite, há uma dúvida na precisão sobre as teorias da movimentação das partículas subatômicas.

Em assim sendo, me pergunto, se há humildade entre renomados físicos que discutem os fenômenos da Física Quântica para afirmarem que deve ser respeitado o “Princípio da Incerteza” nos seus modelos físicos/matemáticos, por que falta a mesma humildade para tantas pessoas que diariamente se manifestam com tamanha certeza absoluta sobre tantos assuntos diferentes. 

De repente, as redes sociais, deram a muitos de seus usuários, “o direito” de firmarem críticas, com  “certeza absoluta”, sobre religião, política, filosofia, arte, música, finanças, literatura e, inclusive sobre Física Quântica. Oremus.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A Complexa Arte do Silêncio...





A Complexa Arte do Silêncio...


Quantos de nós, hoje, com certa frequência, não sente a necessidade do silêncio. Paradoxalmente, muitas pessoas estão bastante ansiosas por se fazer ouvir. Falam cada vez mais alto, como se isso fosse a fórmula mágica para que os outros as escutassem.

        Elas estão sempre presentes nos restaurantes, shoppings, salas de espera, salões de beleza, aeroportos e as vezes até mesmo no meio da rua, nós temos que ouvi-las. E, quando não se tem alguém para falar, o celular serve. A pessoa faz uma ligação e se esquece de que está dividindo o ambiente com outros indivíduos, que não estão nem um pouco interessados no seu assunto.

Chega ser “assustador” como as pessoas propositadamente falam e gesticulam muito, e pior, falam muito alto. Além de ferir mortalmente o “Manual de Boas Maneiras”, essa gritaria torna impossível uma conversa entre pessoas educadas que falam com voz moderada, nesses ambientes comuns.

Mas não é só a falta de silêncio exterior que assola muitas pessoas hoje em dia. É também a falta de silêncio interior. Pouquíssimos indivíduos conseguem ouvir a própria voz e analisar seus pensamentos antes de exteriorizá-los. O salutar hábito de meditar antes de expor uma opinião ou um julgamento, é um artigo muito raro cultivado em nossa sociedade. E isso tem sido motivo de discórdia e agulhas, de mal-entendidos e hostilidades.

Saber calar, saber ouvir, ser senhor de suas palavras e de seus sentimentos é um desafio que merece ser pensado. Talvez, foi por ter percebido essa necessidade em nosso meio, que um Espírito amigo nos trouxe a seguinte mensagem:

“Aprenda a silenciar a palavra que sai gritada de seus lábios, ferindo a sensibilidade alheia e lhe deixando à mercê das companhias inferiores.

Aprenda a calar...

Aprenda a silenciar a palavra suave, mas cheia de ironia, que sai de sua boca ridicularizando, humilhando a quem se dirige e que lhe intoxica, provocando a dor de estômago, as náuseas ou a enxaqueca.

Aprenda a calar...

Aprenda a silenciar o murmúrio que sai entre dentes, destilando raiva e rancor e atingindo o alvo, que fere como punhal, ao tempo que lhe fragiliza a ponto de não se reconhecer, de se assustar consigo mesmo.

Aprenda a calar...

Aprenda a calar o pensamento cruel que lhe passa na mente e que, por invigilância, nele você se detém mais do que deveria. Você se assustaria se pudesse ver sua máscara espiritual distorcida.

Aprenda a calar...

Aprenda a calar o julgamento que extrapola o que vê e o que sabe, levando-o a conjeturar sobre o outro, o que não sabe e não viu, plasmando ideias infelizes que são aproveitadas pelos opositores daquele que é julgado.

Aprenda a calar...

Aprenda a calar todo e qualquer sentimento indigno, zelando pelas nascentes do seu coração, para que não macule e não seja maculado.

Aprenda a vigiar os sentimentos para que cada dia, mais atento e vigilante, saia da esfera mesquinha a que se aprisiona voluntariamente, e possa alçar voos mais altos e sublimes.

Aprenda a calar...

E, enquanto não consegue deixar de gritar, falar, murmurar, pensar cruelmente e julgar, insista em orar nesses momentos. Nem que as frases lhe pareçam desconexas e vazias de sentimento.

Insista na oração até que, um dia, orará não com palavras nem pensamentos, mas será sentimento por inteiro, amor, amor puro e verdadeiro em ação, dinâmico, envolvendo os outros e a si mesmo, verdadeiro discípulo que conseguirá ser.

Aprenda, definitivamente, a calar!”


Este artigo foi inspirado na leitura psicografada do espírito Stephano por Marie-Chantal Dufour  Eisenbach, na Sociedade Espírita Renovação – Momento Espírita. 2005


sábado, 25 de novembro de 2017

Dia de Santa Catarina



Hoje, 25 de novembro,  comemoramos o Dia de Santa Catarina.

No começo do século XVI, a região que é hoje o estado catarinense era povoada pelos 
carijós, tribo do grupo tupi-guarani. A partir do início da época em que o Brasil foi descoberto, expedições vindas de Portugal e Espanha visitaram a costa catarinense.

No ano de 1526, 
Sebastião Caboto, viajando ao rio da Prata, tinha passado pela ilha então denominada dos Patos e a chamou de Santa CatarinaD. João III doou as terras continentais para Pero Lopes de Sousa em 1534. Mas, em todos os anos de século XVI, as terras ficaram desabitadas, recebiam a visita de jesuítas, colonizadores espanhóis e portugueses, porém, sem população permanente.
Os portugueses somente começaram a se interessar pela região na metade do século XVII. No ano de 1658, a povoação permanente mais antiga do estado, o povoado de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco foi fundado por Manuel Lourenço de Andrade e seus amigos.

Em 1675, Francisco Dias Velho, seguido de seus filhos, escravos e criados, criou a povoação de Nossa Senhora do Desterro (hoje Florianópolis) na ilha de Santa Catarina. Em 1676, o povoado de Laguna foi estabelecido por Domingos de Brito Peixoto. Em 1738, criou-se a Capitania de Santa Catarina, vinculada à de São Paulo. Em 1739, a capitania desmembrou-se de São Paulo e passou a pertencer à Capitania Real do Rio de Janeiro.

Um sistema defensivo insular foi criado e cerca de cinco mil 
imigrantes açorianos começaram a povoar a ilha e o litoral da capitania, de 1748 a 1756. Portugal e Espanha entraram em guerra. Em consequência disso, a ilha de Santa Catarina foi devastada e invadida por tropas espanholas em 1777. Os espanhóis foram obrigados pelo Tratado de Santo Ildefonso a devolver a região que eles mesmo conquistaram.
Depois que a independência do Brasil foi proclamada, a capitania foi elevada à categoria de província. A Revolução Farroupilha, ocorrida no Rio Grande do Sul em 1835, teve suas consequências sofridas pela então província. Em julho de 1839, a República Juliana foi proclamada pelos revolucionários, chefiados por Giuseppe Garibaldi e David Canabarro, que tinham tomado Laguna.

Derrotados pelas tropas do Império do Brasil, os rebeldes deixaram Laguna. O novo país sul-americano teve curta duração, pois quando sua independência foi proclamada, deixou de pagar a República Rio Grandense por falta de dinheiro. Em 1840, as trincheiras farroupilhas mais recentes foram extintas. Em meados do século XIX vieram os imigrantes europeus, especialmente alemães e italianos, estes últimos em quantidade muito pequena. Foram criadas as colônias de Dona Francisca, atual Joinville, em 1850, Blumenau em 1852, e Brusque em 1860.



proclamação da República foi apoiada pela província agora elevada à categoria de unidade federativa em 17 de novembro de 1889, data que aparece na bandeira e no brasão estaduais, porém a revolta do governador escolhido por nomeação presidencial, que se aderiu à Revolução Federalista gaúcha em 1893, foi contrária ao governo central. Desterro foi transformada em base naval da esquadra revolucionária chefiada por Custódio José de Melo.

As lutas expandiram-se por toda a costa de Santa Catarina. Derrotados em 1894, os revolucionários foram seriamente castigados pelas tropas legalistas. Em 1894, Hercílio Luz foi escolhido por voto popular como governador e elaborou uma política que pacificasse a região e que reparasse os problemas de infraestruturas que o estado sofreu.

Homenageando Floriano Peixoto, Desterro recebeu o nome de Florianópolis, após uma reviravolta que custou a vida dos defensores da revolução.


No ano de 1912, teve início a Guerra do Contestado, conflito de oposição entre os habitantes empobrecidos da região que situa-se dentre os rios NegroIguaçuPelotas e Uruguai e as forças oficiais. José Maria de Santo Agostinho, um curandeiro considerado santo, liderava os sertanejos. Bem como isso, o Paraná e Santa Catarina disputavam a região onde moravam, por esse motivo é que a área recebeu o nome de Contestado.

Ambas as unidades federativas se desentenderam e os sertanejos lutaram contra as forças oficiais, e tudo isso somente deixou de existir em 1916. Em 1930 o território de Santa Catarina foi invadido pelas forças revoltosas as quais saíram do Rio Grande do Sul, apesar da resistência de Florianópolis que se estendeu até o triunfo da revolução no país inteiro.

Na época da Segunda Guerra Mundial, foi necessário que o problema da infiltração nazista fosse enfrentado no estado, em que o esforço de guerra brasileiro não conseguiu ser prejudicado por agrupamentos de alemães, diante de uma tentativa infrutífera. Em toda a administração de Getúlio Vargas, até 1945, interventores governaram o estado.

Desde os anos 1950, colaborou ao progresso catarinense o estímulo concedido para que o extremo oeste e o meio-oeste do estado fossem povoados por colonos ítalo-brasileiros que vieram do Rio Grande do Sul. A Universidade Federal de Santa Catarina foi criada em 1960 e a Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina foi fundada em 1965, e tudo isso impulsionou em muito a educação estadual.
  
(Fonte:Wikipedia